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O Presidente Bush anuncia as
Iniciativas: Céus Limpos & Mudanças Climáticas Globais (Clear Skies &
Global Climate Change Initiatives)
Em 14 de fevereiro de 2002, o
Presidente George Bush apresentou a mais agressiva iniciativa, na
história dos Estados Unidos, para reduzir as emissões das usinas de
geração de energia e a nova estratégia para enfocar as mudanças
climáticas no mundo.
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A Iniciativa Céus Limpos
(Clear Skies Initiative) – prevê o corte de emissões atmosféricas,
provenientes das usinas de energia elétrica, dos três piores
poluidores do ar - o óxido de nitrogênio, o dióxido de enxofre e o
mercúrio - em 70%. Essa iniciativa irá melhorar a qualidade do ar,
utilizando-se uma abordagem de mercado bem sucedida.
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A Iniciativa Mudanças
Climáticas Globais (Global Climate Change) – prevê o engajamento dos
EUA numa agressiva estratégia, visando reduzir em 18% a intensidade
dos gases causadores do efeito-estufa, nos próximos dez anos.
A Iniciativa Céus Limpos
Cortes dramáticos e significativos nas emissões geradas pelas usinas
geradoras de energia elétrica, em relação aos três piores poluidores do
ar:
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Corte de 73 por cento nas
emissões de dióxido de enxofre (SO2), dos atuais níveis de emissões
de 11 milhões de toneladas, para um nível de 4,5 milhões de
toneladas até 2010 e para 3 milhões de toneladas até 2018.
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Cortes nas emissões de óxidos
de nitrogênio (NOx), em 67 por cento, dos atuais níveis de 5 milhões
de toneladas, para um nível de 2,1 milhões de toneladas até 2008 e
de 1,7 milhões de toneladas até 2018.
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Corte nas emissões de mercúrio
em 69 por cento – o primeiro corte dos EUA, em termos de emissões de
mercúrio - dos atuais níveis de 48 toneladas, para um nível de 26
toneladas até 2010 e de 15 toneladas até 2018.
Uso de uma abordagem de mercado
comprovada:
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Proteção dos cidadãos
americanos em relação a doenças respiratórias e cardiovasculares, ao
reduzir, drasticamente, os efeitos de: nuvens de poluição, fog,
chuva ácida, partículas finas, névoa e disposições de nitrogênio e
de mercúrio.
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Proteção à nossa fauna, vida
selvagem e à saúde dos habitats naturais e do ecossistema.
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Redução da poluição de forma
intensa, rápida, barata e de maneira mais segura, usando um programa
do tipo “cap and trade”, substituindo, desse modo, um ciclo de
processos jurídicos intermináveis e com resultados mais efetivos e
rápidos na melhoria da qualidade do ar.
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Economia anual em torno de US$
1 bilhão em custos de aquiescência (compliance costs) que são
repassados aos consumidores americanos, bem como melhorias na
qualidade do ar e proteção com relação à acessibilidade e à
confiabilidade dos serviços de energia elétrica.
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Utilização, como modelo, da
mais bem sucedida legislação ambiental americana – o Programa “Clean
Air Act’s Acid Rain”, de 1990 e encorajar a utilização de
tecnologias novas e limpas de controle de poluição.
Uma nova abordagem sobre as
mudanças climáticas globais
O Presidente Bush convocou a América a engajar-se em uma nova estratégia
agressiva, para reduzir a intensidade de gases de efeito estufa, em até
18%, nos próximos 10 anos. Essa iniciativa também apóia a implementação
de pesquisas vitais para as mudanças climáticas e assegura que os
trabalhadores americanos e os cidadãos de países desenvolvidos não sejam
injustamente penalizados. A iniciativa do Presidente Bush coloca a
América no caminho para diminuir o crescimento das emissões de gases de
efeito estufa e – como a própria ciência justifica – parar e então
reverter esse crescimento.
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Reduzir a intensidade de gases
de efeito estufa (GHG) em até 18%, nos próximos 10 anos. A
intensidade de gases de efeito estufa (GHG) é a relação entre as
emissões desses gases e a produção da economia. A meta do Presidente
Bush visa diminuir a quantidade de emissões dos EUA, de um valor
estimado de 183 toneladas métricas para cada milhão de dólares do
PIB americano em 2002, para 151 toneladas métricas para cada milhão
de dólares do PIB em 2012. Diminuindo-se significantemente, o
aumento dos gases causadores do efeito-estufa, esta iniciativa irá
colocar a América no caminho para estabilizar a concentração de GHG
na atmosfera, em longo prazo, possibilitando manter o crescimento
econômico necessário, para financiar investimentos que irão
viabilizar a criação de uma nova estrutura de geração de energia
mais limpa. A América já está melhorando sua intensidade (emissões)
de GHG e novas políticas e programas irão acelerar esse progresso,
evitando-se as emissões de mais de 500 milhões de toneladas métricas
de GHG nos próximos dez anos – o equivalente a retirar
aproximadamente um de cada três carros das ruas. Essa meta é
comparável com a média de progresso que as nações, participantes do
Protocolo de Kioto, são obrigadas a cumprir.
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Uma nova ferramenta de medição
e Créditos de Reduções de Emissões. Os EUA irão aprimorar seus
sistemas de registro de GHG com a finalidade de melhorar a precisão,
credibilidade e comprovação de suas medições. Para tanto, irão
utilizar e ter como base as abordagens domésticas e internacionais
emergentes. Esse aprimoramento irá incentivar as organizações a
investirem em tecnologias novas e limpas (ambientalmente corretas) e
a, voluntariamente, reduzirem as emissões de gases causadores do
efeito-estufa.
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Proteger e fornecer créditos
transferíveis de reduções de emissões. O Presidente irá instruir o
Secretário de Energia a recomendar reformas visando: (1) assegurar
que não sejam penalizados por uma futura política climática, os
negócios que registrarem reduções voluntárias de GHG; e (2) dar
créditos a empresas que comprovem reduções reais de emissões.
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Revisões nos progressos
alcançados com a Iniciativa Mudanças Climáticas e Implementação de
novas ações em 2012, se necessário. Caso, em 2012, chegue-se à
conclusão que os EUA não está no caminho certo para atingir sua meta
de redução de emissões e a comunidade científica exigir a
implementação de ações mais firmes, os EUA responderão com medidas
adicionais concretas, às quais poderão ser incluídas: o uso de
programas mais amplos de base de mercado e iniciativas adicionais
para acelerar o desenvolvimento e avanço tecnológico e o uso de
novas tecnologias.
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Financiamentos, sem
precedentes, para projetos voltados para mudanças climáticas. O
orçamento do Presidente Bush para o ano fiscal de 2003 prevê um
aporte financeiro da ordem de US$ 4,5 bilhões para atividades
relacionadas com as mudanças climáticas globais, representando um
incremento de 700 milhões de dólares. Isto inclui o primeiro ano, de
um financiamento de 05 anos, em comprometimento de crédito de
impostos, da ordem de US$ 4,6 bilhões, para serem utilizados em
fontes de energia renovável.
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Uma variedade de políticas,
domésticas e internacionais, novas e amplas incluindo:
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Incremento em pesquisas e desenvolvimento (P&D) em ciências e
tecnologias relacionadas com o clima;
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Incremento no uso de energia renovável;
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Desafios para o setor de negócios pertinentes;
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Melhorias no setor de transportes;
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Incentivos para seqüestros de carbono;
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Melhorias no apoio às observações climáticas e às mitigações nos
países em desenvolvimento;
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Uma
melhor alternativa para o Protocolo de Kioto: melhor do que reduzir
drasticamente as emissões de GHG - o que causaria o desemprego de
milhões de americanos e reduziria a capacidade dos EUA de investir,
em longo prazo, em fontes de energia limpa, em conformidade com o
que reza o Protocolo de Kioto – a abordagem do Presidente Bush irá
acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias e encorajar a
implementação de parcerias, com os países em desenvolvimento, nas
questões relacionadas com as mudanças climáticas.
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